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  <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Percurso histórico da semiótica</title>
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      <name>Sobrinho Neto, José Veloso de</name>
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      <name>Batista, Maria de Fátima Barbosa de Mesquita</name>
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    <updated>2025-09-03T23:27:00Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Percurso histórico da semiótica
Autor: Sobrinho Neto, José Veloso de; Batista, Maria de Fátima Barbosa de Mesquita
Resumo: Esse trabalho faz uma exposição do envolvimento histórico da semiótica, perpassando diversas correntes de pensamento - a filosófica, a literária e a Linguística procurando demonstrar as divergências e convergências entre elas, caminhando em direção à semiótica de linha francesa, na qual, traça o perfil da Semiótica das Culturas e do seu fazer em busca do homem e de suas relações com o ambiente. Constitui um momento da dissertação que elaboramos para a obtenção do título de Mestre em Letras pela Universidade Federal da Paraíba, em agosto de 2023.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Parresía, a voz que não tem medo da morte</title>
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      <name>Magno, Madja Elayne da Silva Penha</name>
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    <updated>2024-10-10T20:43:31Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Parresía, a voz que não tem medo da morte
Autor: Magno, Madja Elayne da Silva Penha
Resumo: A parresía é a modalidade de dizer-a-verdade. É uma noção política, ética e constitutiva &#xD;
do sujeito moral, no cultivo do ethos. É presente, descortinando o véu que cobre o que &#xD;
existe. É a palavra livre, assumindo seus riscos. Uma voz que não tem medo da morte. O &#xD;
objetivo deste artigo é discutir o conceito da parresía a partir de uma perspectiva &#xD;
foucaultiana, compreendendo como a fala franca pode ser a explicação para os &#xD;
assassinatos de líderes populares, no Brasil e no mundo, durante séculos. Para esse fim, &#xD;
elucidamos o discurso de Sócrates, Chico Mendes e Marielle Franco, parresiastas &#xD;
assassinados em diferentes tempos e locais da nossa história, relacionando-os ao conceito &#xD;
abordado pelo filósofo francês. A parresía é o desígnio e a revolução. A morte é a sentença &#xD;
e a mordaça final. Como aportes teóricos, utilizamos Foucault (2010) em seu &#xD;
entendimento sobre o discurso parresiasta, e Žižek (2014) em uma apreensão sobre &#xD;
violência.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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