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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <dc:date>2026-01-20T20:01:35Z</dc:date>
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    <title>Para além do discurso eurocêntrico dos direitos humanos : contribuições da descolonialidade</title>
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    <description>Título: Para além do discurso eurocêntrico dos direitos humanos : contribuições da descolonialidade
Autor: Bragato, Fernanda Frizzo
Resumo: Trata acerca da teoria dominante dos direitos humanos que apoia-se em duas concepções centrais.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A “vergonha” como uma “ofensa” : homossexualidade feminina, família e micropolíticas da emoção</title>
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    <description>Título: A “vergonha” como uma “ofensa” : homossexualidade feminina, família e micropolíticas da emoção
Autor: Oliveira, Leandro de
Resumo: O artigo discute o tema da revelação da orientação homossexual para a família de origem sob a perspectiva da antropologia das emoções, a partir da experiência de uma jovem lésbica de camadas médias. O depoimento tematiza tensões vivenciadas na esfera doméstica após a revelação da orientação sexual para os pais, com destaque para uma situação específica, na qual a mãe teria expressado “vergonha” pelo fato de ter uma filha “lésbica”. A “vergonha” da mãe é considerada insultante pela filha, pois recusa uma forma de consideração almejada. A análise evidencia como discursos emocionais podem operar micropoliticamente, não apenas na demarcação e reforço de hierarquias, mas também em sua contestação.</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ativismos não-monogâmicos no Brasil contemporâneo : a controvérsia poliamor - relações livres</title>
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    <description>Título: Ativismos não-monogâmicos no Brasil contemporâneo : a controvérsia poliamor - relações livres
Autor: Pilão, Antônio Cerdeira
Resumo: Este artigo analisa as tensões e disputas entre poliamoristas e RLis (Relações Livres), as duas principais identidades não-monogâmicas no Brasil, nos anos 2000-2010, e aquelas responsáveis pela construção de uma militância em torno da multiplicidade afetiva e sexual. Que distinções e hierarquias são mobilizadas a partir de suas interações? É possível e desejável para ambos a consolidação de uma política identitária que subtraia ou invisibilize as suas diferenças em prol da categoria “não-monogamia”? A pesquisa foi realizada com base na análise de publicações em sites e grupos em redes sociais dedicados ao tema, além de entrevistas em profundidade e da participação em eventos não-monogâmicos. Apesar de aliados no combate à norma monogâmica, RLis e poliamoristas disputam a hegemonia do movimento não-monogâmico, divergindo em torno dos princípios que devem nortear os relacionamentos afetivo-sexuais</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>“Um é pouco, dois é bom”, três (ou mais) é demais? processos de negociação em torno de (in)definições êmicas do poliamor</title>
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    <description>Título: “Um é pouco, dois é bom”, três (ou mais) é demais? processos de negociação em torno de (in)definições êmicas do poliamor
Autor: França, Matheus
Resumo: Este trabalho é fruto de uma dissertação de Mestrado cujo tema é poliamor. O objetivo aqui será o de discutir, à luz da etnografia que realizei em Brasília/DF, algumas considerações acerca dos múltiplos processos de negociação e disputa em torno das diversas (e possíveis) definições êmicas da ideia de poliamor, que envolvem discussões tanto em âmbito on-line quanto presencial. Interpreto o constante agendamento de debates no grupo do Poliamor Brasília (onde realizei o trabalho etnográfico) a partir das formulações de Michel Foucault sobre o cuidado de si. Isso porque no grupo em questão a busca por definição de um poliamor que se propõe ideal alude à ideia apresentada pelo autor sobre a trajetória da prática do cuidado consigo mesmo/a, da atenção voltada para a resolução de conflitos internos de si. Assim, a perspectiva volta-se para as subjetividades, ou seja, para como eles/as olham para si e elaboram, reelaboram, debatem e sintetizam ideais de vivências afetivo-amorosas. Com efeito, todos esses debates em torno da definição do poliamor estão permeados por processos de identificação que surgem enquanto enunciados e práticas em torno de possibilidades afetivas não-monogâmicas.</description>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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